Faz algumas semanas que publiquei um artigo e um vídeo sobre a resposta para a seguinte pergunta:

Qual sua essência?

No texto e no vídeo, com a ajuda das minhas sobrinhas, comento que este tipo de pergunta não faz a mínima diferença em nossa vida.

Que quanto mais nos voltamos a tais questionamentos mais ficamos em lama espiritual.

Aprendi este termo e este olhar com o Casal Spelter, como disse anteriormente.

Parece que depois desta percepção, algumas coincidências apareceram.

A primeira foi com o grande mestre OSHO.

Perguntas são para os filósofos, cada pergunta traz duas novas respostas e quatro novas perguntas em seguida.

A mente vai perseguindo e perseguindo respostas e perguntas sem fim e nunca nos silenciamos.

A segunda foi ao assistir no Youtube o maravilhoso documentário “Inner Worlds, Outer Worlds”, com legendas em português.

Sempre recomendo o OSHO e recomendo demais esse documentário.

Não vou dar uma de spoiler, mas vou compartilhar uma frase do profundo Joseph Campbell que ouvi enquanto assistia ao documentário “Inner Worlds, Outer Worlds”:

Dizem que o que procuramos é um sentido para a vida. Penso que o que procuramos são experiências que nos façam sentir que estamos vivos.

O que eu havia dito é que nossa essência é a vida. #apenasisto ou #tudoisto

Apenas isto nos bastaria, estarmos vivos.

Esta é a única essência que existe, e ficamos felizes com ela.

Minha conclusão é que recebemos pelos pais a vida, a nossa essência.

Questionar isto é perda de energia que não nos leva a lugar nenhum a não ser ao desgaste.

Desgaste da nossa saúde, dos nossos relacionamentos, etc.

Joseph Campbell traz algo ainda mais profundo, e sou grato, pois senti em meu coração que faltava algo em minhas conclusões.

O que falta é estarmos plenos e presentes em nossas experiências.

Ao silenciar nossa mente de perguntas sem fim, ao escolhermos voltarmos nossa percepção ao que existe dentro de nós, a buscarmos o “conhece-te a ti mesmo”, como diria Sócrates, começamos a experimentar a única coisa que existe: a vida como ela é, o agora.

E para nossa alegria é apenas isto.

Digo para nossa alegria, pois quando nos bastarmos em buscar a felicidade, em experienciarmos a vida como ela é, não precisaremos buscar ou comprar mais nada.

Compraremos e buscaremos nossos sonhos sim.

Faremos isto não porque entendemos que a felicidade está nisto, mas porque nos divertimos no processo.

Hoje, a vida me basta e o que encontro em meu caminho me diverte.

E qual a dica para tudo isto?

Como transfiro o conhecimento do Sócrates, de OSHO, de Bert Hellinger, de Joseph Campbell para minha vida?

A resposta? A resposta é que sua mente buscará outras perguntas e dirá a você: Como assim? Não pode ser …

A resposta é: respire.

Ou melhor, apenas observe a sua respiração.

Experiencie sua respiração enquanto ela acontece.

Aceite sua respiração e sua vida agora como elas são.

Como diz outro ser de Luz com quem aprendo muito:

Não existe um grão de areia fora do lugar na imensidão do Universo. – Deepak Chopra

Quanto mais experiência, mais vida, mais plenitude.

Já ouviu falar do poder da gratidão?

Para mim:

A gratidão só é possível com a aceitação.

Vou ficando por aqui para respirar um pouquinho.

Que sua experiência de vida seja bela!