Como Resolver O Problema De Desânimo No Seu Trabalho

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Não sei se você conhece minhas histórias e a história da minha vida, de qualquer maneira, uma das minhas maiores dores foi eu viver anos trabalhando para empresas sem saber de fato qual era meu papel no mundo.

A falta de tal percepção fazia com que minha vida fosse muito pesada e com que eu buscasse a felicidade apenas nos finais de semana.

Por isso que quando estou trabalhando na divulgação do IKIGAI, compartilho também o que aconteceu comigo que me fez buscar novas possibilidades para minha vida.

Não conseguir levantar da cama de manhã e ficar apertando o snoose são realidades minhas e, entre outras coisas, são realidades que também faziam parte da rotina das pessoas com as quais eu trabalhava e de outros amigos que cruzamos no caminho durante esses meus poucos anos de vida.

Assim sendo, vivi muito tempo desanimado e vi muitas pessoas sentindo-se desanimadas em suas funções diárias e com muitas reclamações dos chefes e da empresa como um todo e isso acabava retornando, o que eu chamo de o ciclo do desânimo.

Eu reclamo das pessoas que me ligam pedindo ou perguntando as coisas, que me falam que fulano ou beltrano é burro, pois não lê direito o e-mail o que me faz reclamar do meu trabalho, que me faz reclamar do meu chefe que não entende a realidade, que me faz reclamar da empresa, que me faz reclamar do meu salário dizendo que não sou pago para isso e que me faz reclamar do governo que debita muitos impostos do meu holerite.

E com tantos desânimos assim, uma cerveja e um Happy-hour vão muito bem, obrigado.

Mas como podemos sair desse ciclo sem fim que vive se auto alimentando até mesmo no Happy-hour, pois encontramos mais pessoas reclamando, e coitado de quem não foi porque vira assunto?

Meu processo, e sempre faço e recomendo isso, é procurar a etimologia das palavras.

Sabe o que significa desânimo etimologicamente? Des + Anima. Significa sem anima, sem alma.

A palavra anima significa alma e quando estamos trabalhando sem anima, sem alma, ficamos desanimados.

A primeira frase que veio a minha mente é:

Vendi a alma para o diabo para conseguir um emprego.

Hoje entendo que não é bem assim.

Em um emprego que sempre trouxe meu sustento sempre houve uma troca muito justa outrora vista como injusta por essa criança mimada que escreve aqui e viveu uma realidade bem birrenta.

Não existe mal e tão pouco um diabo que comprou minha alma.

Eu que coloquei atividades, técnicas e conhecimento a serviço da vida dentro de uma empresa que, assim como Bert Hellinger diz: está a serviço da vida na terra pois tem lucro, cresce e ajuda as pessoas a realizarem algo com os serviços ou produtos que oferece.

E, para isso, fui muito bem remunerado e tive experiências incríveis.

O “mal” é não reconhecer o quanto a empresa é importante.

Não reconhecer que pessoas contam que você esteja presente de alma ao realizar as atividades pelas quais você é bem pago, para apoiar que o serviço ou produto seja entregue a seus clientes.

Desconectar da alma é não entender que o serviço aparece quando o servidor está pronto e que se existe um serviço para o qual você está pronto e o realiza, ele precisa de você.

A empresa precisa de você, as pessoas que trabalham lá precisam de você, e as pessoas que são os clientes precisam de você.

Se as pessoas precisam de você e você as serve assim como qualquer outro emprego, porque não oferecer de alma?

Minha resposta para essa pergunta foi um plano, uma estratégia, uma busca profunda, pois mesmo reconhecendo que estar empregado é servir pessoas, busquei possibilidades que verdadeiramente expressavam 100% da minha alma.

Eu entendi meu processo, o que minha alma pedia para eu fazer e busquei honrar cada minuto que trabalhei em empresas e você pode ver isso com mais detalhes no texto (Porque sai do mundo coorporativo) e no vídeo (Luiz Brites – minha história).

A explicação acima me fez “ganhar” mais tempo, viver mais de alma, estar mais presente e a serviço do próximo nas empresas que trabalhei enquanto buscava me aprimorar para viver o que minha alma pediu e eu ouvi, para viver realizando atividades que eu não fico olhando no relógio esperando que o dia acabe.

Hoje eu olho no relógio esperando que o dia de trabalho não acabe, pois estou presente de alma no que faço.

Quer saber um pouco mais como descobrir o que sua alma pede para você fazer e como fazer um plano para viver do que faz você feliz?

Ikigai, uma nova visão para sua carreira.

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